Alarme residencial: 4 tipos para a segurança do condomínio
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Em uma sociedade na qual estamos o tempo todo expostos à violência, uma solução adotada por muitos é a instalação de um alarme residencial. Trata-se de uma opção que ajuda a manter bens materiais e entes queridos em segurança.

É por isso que esses sistemas vêm se tornando cada vez mais comuns em casas e condomínios. Não se trata mais de um privilégio para famílias ricas. Eles podem ser compostos por sensores que identificam quando há movimentação no ambiente e outros elementos.  

Existem, porém, diversos modelos de alarme residencial disponíveis. Para ajudá-lo a escolher a melhor opção, apresentamos algumas delas a seguir. Confira!

1. Detector de movimentos

Esse tipo de sistema consiste na instalação de sensores de movimento no ambiente. Eles são eficientes tanto em caso de assalto quanto de incêndio, pois tendem a detectar qualquer elemento que se mova.

Em geral, os sensores são posicionados em locais estratégicos. Os raios ultravermelhos do equipamento também são capazes de detectar mudanças de temperatura no local. E não se preocupe com animais, que andam livremente pelo imóvel: é possível programar o dispositivo para que a presença deles não seja considerada um sinal de alerta.

2. Alarme de porta

Costumam ser sistemas mais simples, instalados somente nas portas de entrada da casa ou condomínio. Tratam-se de sensores que fazem o alarme disparar a cada vez que a porta é aberta com eles acionados.

Só é necessário estar atento para desativá-lo a cada vez que você mesmo abri-las. Caso contrário, poderá assustar toda a vizinhança se o alarme disparar com a sua chegada.

3. Sensores magnéticos

Bem parecidos com os detectores de movimento, servem para detectar a abertura e o fechamento de portas e janelas quando o imóvel está vazio. Nesse caso, existe uma ampla gama de modelos e tamanhos. A escolha deve ter como base o espaço disponível para a instalação do equipamento.

Uma das opções são os modelos reed switch. Eles têm um par de lâminas que se mantêm afastadas quando o sensor não está acionado. Assim que acontece o acionamento, elas, que contêm imãs, se atraem e encostam uma na outra, formando um circuito fechado. 

4. Câmeras de vigilância

Trata-se de um sistema mais complexo que os demais, já que é capaz de fazer o monitoramento completo da área do imóvel. Também são conhecidos como Circuito Fechado de TV (CFTV) e permitem que o responsável fique de olho no local, mesmo a distância.

As câmeras são instaladas ondem ficam os portões e as imagens podem ser acompanhadas em tempo real em um computador ou dispositivo móvel. Ainda há opções de armazenar determinadas imagens, que podem servir como prova em boletins de ocorrência e processos judiciais.

Uma boa ideia é instalá-las na entrada do condomínio e nas demais áreas que dão acesso externo.

Entendeu por que o alarme residencial é a melhor opção para zelar pela segurança do condomínio e de seus moradores? Que tal começar a pensar em implantá-lo? Se você gostou, leia também sobre a redução de custos no condomínio.